Público - 15 Dez 08

 

Quer sobreviver à crise? Seis ideias
 

1) Faça um orçamento
Basta pegar numa folha de papel e dividi-la em dois. De um lado, colocam-se os rendimentos, do outro, as despesas. Muitas famílias sabem quanto pagam de prestação da casa, mas perdem totalmente o controlo aos pequenos gastos que, ao final de um mês, pesam nas contas.

 

2) Analise as despesas
É preciso ter um olhar crítico sobre a coluna dos gastos, nem tanto para os eliminar, mas mais para perceber onde é que se pode reduzir. As idas ao supermercado, por exemplo, resultam muitas vezes em despesas supérfluas, que podem ser mais controladas e transformadas em poupança.

 

3) Controle o crédito
Idealmente, o peso do crédito não deve ultrapassar 40 por cento dos rendimentos de um agregado. As prestações dos portugueses, sobretudo no que diz respeito ao crédito ao consumo, sobrecarregam em demasia as despesas. Quanto menos equilibro houver, mais facilmente se cairá na tentação de recorrer aos empréstimos.

 

4) Poupe como objectivo
A poupança não deve ser o dinheiro que sobra, depois de pagas as despesas, mas sim o dinheiro que efectivamente se poupa, de uma maneira estruturada. O ideal será a família ter um pé-de-meia que corresponda a cinco ou seis vezes o seu rendimento. E, a investi-lo, que seja em aplicações que conhecem, como os depósitos a prazo.

 

5) Compare preços
Quando o tempo escasseia, poucas pessoas se dedicam a fazer comparação de preços, mas a verdade é que estudar a oferta da concorrência é uma forma de fazer compras mais inteligentes. Pode, inclusivamente, conduzir a um maior aproveitamento de promoções.

 

6) Esqueça as datas
Natal, Dia dos Namorados, aniversários. É nestas datas que os gastos geralmente aumentam e a Deco propõe uma mudança de paradigma. O ideal é que estas compras sejam mais espaçadas pelo ano, em momentos em que temos mais dinheiro e feitas com ponderação, recorrendo, por exemplo, a orçamentos antecipados.

 

Fonte: Deco